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Aumento do investimento online face aos custos nos media tradicionais
2009-04-23
Uma pesquisa realizada pela European Interactive Advertising Association indica que 70% dos anunciantes vão aumentar os seus investimentos na publicidade online em 2009. E as verbas estão a migrar dos media tradicionais.
46% dos anunciantes disseram que estão a diminuir o investimento nas revistas, 37% na TV e 32% nos jornais.
Ainda segundo a pesquisa 47% dos participantes declararam que a Internet desempenha um papel cada vez mais importante na estratégia de marketing e publicidade - acima dos 38% que responderam desta forma no ano passado.
Anúncios a marcas financeiras aumentam confiança dos consumidores
2009-03-27
A publicidade a marcas e instituições financeiras aumenta a confiança dos consumidores, mesmo durante uma crise económica, segundo um estudo conduzido pela Nielsen IAG, citado pelo Brand Republic. Assim, dos inquiridos do estudo que notaram um aumento de publicidade da sua instituição financeira, nos últimos seis meses, 55% disseram que tinham «completa confiança» nessas empresas, contra apenas 18% que disseram ter «pouca ou nenhuma» confiança.
«Esta pesquisa demonstra que «out of sight» (não ser visto) significa «out of business» (fora do negócio)», explicou o vice-presidente executivo da Nielsen IAG, Richard Khaleel. «Demonstra também que há uma ligação entre a publicidade e os níveis de confiança», concluiu.
TV cada vez mais ofuscada pela Internet
2009-03-18
Durante dois dias, especialistas de diversos meios de comunicação norte-americanos reuniram-se em Los Angeles para debater o "Futuro da Televisão", tema que deu nome à conferência.
No final do encontro, concluiu-se que o rápido desenvolvimento da Internet e das ferramentas disponibilizadas online são um catalizador para a mudança dos hábitos dos consumidores. Em causa está o facto de, cada vez mais, a oferta na rede conseguir igualar e muitas vezes superar, o que as estações de televisão podem oferecer.
De entre os dados apresentados na conferência, destaca-se o facto de, actualmente, 82% dos internautas norte-americanos verem vídeos na Internet e de a taxa de visualizações de séries de TV online ser a que mais tem vindo a aumentar.
Actualmente, a maioria das séries de televisão com mais sucesso estão disponíveis na Internet, por vezes épocas inteiras, o que faz com que os utilizadores mais próximos das tecnologias acabem por dedicar mais tempo a visualizá-las online do que na televisão, no horário fixo em que são transmitidas e num meio a partir do qual não podem interagir com outros utilizadores.
O futuro será ainda marcado pela colocação dos críticos de televisão em segundo plano. Segundo os especialistas presentes no evento, as redes sociais e fóruns tendem a ter cada vez mais peso nas opiniões e decisões dos utilizadores. As sugestões de programas vindas de amigos ou contactos das plataformas sociais serão, de dia para dia, mais valorizadas enquanto a opinião daqueles que, até aqui, eram os "entendidos" passará a ser menos relevante.
SEO OnSite e OffSite
2009-02-27
O posicionamento de um site nos motores de busca depende da sua relevância. Esta relevância é definida por algoritmos dos motores de busca que servem para definir o quanto uma página web é importante. Os factores que influenciam o posicionamento dos sites são guardados a sete chaves pelos motores de busca. Porém, ao longo do tempo, foi possível identificar as melhores práticas na criação e estruturação de um site.
O SEO pode ser dividido em duas partes: factores internos e factores externos.
O SEO OnSite é a aplicação de técnicas de optimização no próprio site – factores internos. Alguns exemplos são urls amigáveis, títulos de página únicos e a correcta utilização de algumas tags html.
Os factores externos responsáveis pela relevância de um site são da responsabilidade do SEO OffSite - como é que os outros sites se relacionam com o site - alguns exemplos são a quantidade de links apontandos para o site, quais os sites que têm link para o site e o conteúdo do link (alt text).
Dependendo destes factores internos e externos ao site, as páginas são “pontuadas” pelos motores de busca para que possam determinar a relevância da página/site e quais as palavras-chave relacionadas.
O que é SEO?
2009-02-13
SEO é a sigla de Search Engine Optimization, em português, optimização para motores de busca. O SEO é uma das áreas de SEM (Search Engine Marketing) em conjunto com os Links Patrocinados (pay-per-click). SEO é a optimização de páginas web ou websites para melhorar o posicionamento nos motores de busca.
A utilização de técnicas de SEO tem como principal objectivo o melhoramento do posicionamento de um site nas páginas de resultados de uma pesquisa. Um melhor posicionamento nos SERPs (search engine results page) leva um aumento do tráfego e qualidade dos visitantes do site.
Nos tempos que correm, de nada serve ter um site senão o optimizar.
O site tem de estar acessível e visível aos utilizadores.
Num estudo recente, encomendado pelo Google Portugal à TNS, foi revelado que 86% dos utilizadores portugueses utiliza os motores de busca para pesquisarem na Internet. Concluímos que é de enorme importância estar bem posicionado nos motores de pesquisa para as palavras-chave mais relevantes de um site/negócio.
Sites de eCommerce somam 1,7 milhões de visitas no 4º trimestre de 2008
2009-02-09
Entre Outubro e Dezembro de 2008 os sites de comércio electrónico somaram mais de 1,7 milhões de visitantes. A FNAC liderou em número de utilizadores únicos, seguida da Worten e da Vodafone.
No período analisado foram visitadas cerca de 149 milhões de páginas de sites de comércio e leilões, uma média de 87 por utilizador. O tempo total de navegação nestes sites ultrapassou 1,2 milhões de horas, numa média de 43 minutos por utilizador.
O site da Fnac recebeu 492 mil visitantes diferentes durante estes três meses. Em segundo em número de utilizadores únicos ficou o site da Worten, com 452 mil, seguido da loja da Vodafone em terceiro, com 382 mil utilizadores únicos.
Em páginas visitadas, a liderança coube ao Miau, com 32 milhões. Nesta categoria, a Fnac foi relegada para a segunda posição, somando 15 milhões de páginas visitas, e o Leilões.net arrecadou a terceira posição, com perto de 10 milhões de páginas.
Anúncios online crescerão 50% em 2009
2009-01-22
Segundo as previsões do grupo OMD, que apontam para uma quebra total de 8,2% nos investimentos publicitários deste ano, a Internet será o único meio a crescer - além da televisão por cabo que facturará mais 2%. Estima-se que a publicidade na Internet cresça 50%.
Nas previsões do director-geral da Google, Paulo Barreto, o mercado de publicidade online em Portugal deverá valer entre 50 a 60 milhões de euros. Na mesma linha, o mercado de publicidade na Internet deverá suplantar o da rádio em 2009, chegando talvez aos 80 milhões: o mercado de publicidade na rádio ronda os 70 milhões de euros.
De acordo com o responsável, o negócio de publicidade online associado aos serviços de pesquisa vale normalmente 60% do mercado. Os restantes 40% são relativos à inserção de publicidade (contextualizada ou não) em sites e portais.
Sobre Landing Pages
2008-12-15
Landing pages são "páginas de aterragem", ou seja, a página para onde levamos os utilizadores depois de clicarem numa determinada publicidade.
Um dos erros comuns na publicidade online é não prestar o devido cuidado a estas páginas.
É muito frequente olhar para a publicidade que algumas empresas (umas grandes, outras muito grandes e muitas pequenas) fazem no google e pensar: dinheiro deitado fora! E não é pelo facto do anúncio estar mal escrito, nem pelo facto do produto não se adequar: é simplesmente porque não estudaram o suficiente a sua landing page! O potencial cliente é simplesmente atirado para uma página qualquer do site, sem o devido contexto para o produto/serviço que pretendemos promover.
A regra de ouro para se conseguir ter uma boa landing page é testar, testar e testar. A não ser que seja a milésima vez que estamos a fazer uma campanha numa determinada temática (e mesmo assim...), é impossível ter a landing page perfeita à primeira! Ah... e claro usar as ferramentas adequadas para realizar estes testes!
54% dos portugueses que pesquisa na Internet decide comprar
2008-12-10
Nove em cada 10 portugueses utiliza a Internet para pesquisar produtos e decidir se os compra.
De acordo com o primeiro estudo realizado pela Google Portugal, 92% dos utilizadores da Internet pesquisam produtos na web. Destes, 54% acaba por comprar online.
Dos 89% que preferem pesquisar nas lojas, 46% acaba por comprar através da Internet. A comodidade, a possibilidade de encontrar preços mais baixos e as possíveis condições de aquisição mais vantajosas nos espaços de comércio electrónico estão entre os factores que mais podem influenciar estes consumidores.
A história da publicidade na Internet
2008-11-14
A publicidade na Internet
Tudo começou em 1995 quando a Netscape entrou para a bolsa com o browser que dominou o mercado no início.
Inicialmente era tudo um repositório de texto, imagens e som, com ligações (links) entre eles. Logo de seguida a informação começou a crescer e apareceram os directórios de sites para organizar e categorizar informação: Sapo em Portugal, Yahoo nos USA.
Nesta fase, a publicidade era contratada individualmente e de forma manual entre os "publishers" (os donos da informação) e os "advertisers" (os anunciantes).
Baseada na forma como a publicidade era contratada nos meios offline (jornais e revistas), o modelo CPM (baseado no número de leitores dos jornais ou revistas), significa "Custo Por Mil impressões" (Cost Per Thousand em Inglês - o M vem do número romano M - mil), a publicidade online foi transaccionada nos primeiros tempos num modelo CPM (número de vezes que é mostrado o anúncio) ou em modelo de período de permanência da publicidade no site.
Obviamente que os sites com uma segmentação mais interessante para os anunciantes, poderiam cobrar um CPM superior do que os sites sem segmentação, ou com uma segmentação pouco valiosa (em termos comerciais).
No entanto, como na internet a publicidade pode provocar uma acção imediata, um clique, que pode ser facilmente contabilizado, surgiu um novo modelo de cobrar: CPC "Custo Por Clique" (Cost Per Click). E neste caso o anunciante não paga pela visualização da publicidade, mas sim pelo clique na publicidade.
A grande revolução que este modelo trouxe foi o facto de ser possível medir em tempo real os resultados da publicidade que está a ser feita em cada um dos locais onde ela passa. Os anunciantes deixam de ter o risco de colocarem o anuncio num site e este não ter impactos nos utilizadores: esse risco passa para o "publisher" que passa a receber apenas se a publicidade for bem sucedida e existirem muitos cliques na publicidade.
Continua...
Os meios e os públicos
2008-10-24
O Estudo de Recepção dos Meios de Comunicação Social, realizado pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), pretende desvendar a forma como os meios afectam os seus públicos e como estes os usam e criticam. As formas de consumo variam entre os diversos meios e os diferentes segmentos analisados.
O papel da Internet
A internet é apontada como razão da alteração das relações interpessoais em todos os segmentos. Em relação a substituir a leitura dos jornais as opiniões já oscilam. Nos grupos com entre cinco e nove anos de escolaridade ou menos de 31 anos, as opiniões dividem-se praticamente ao meio. A partir dos 10 anos de escolaridade e dos 31 de idade essa ideia começa a diminuir. A sua utilização cresce consoante o aumento de anos de estudo, pois enquanto 39,7% dos que afirmam usar raramente a internet têm uma escolaridade de cinco a nove anos, apenas 13,5% têm 12 anos ou mais. Pelo contrário, quanto mais idade menos utilização. 53,8% dos indivíduos que usam diariamente a internet têm menos de 30 anos, 36,7% têm entre 31 e 50 anos, enquanto apenas 8,6% têm entre 51 e 64 anos. Os homens são quem mais afirma usar a internet diariamente (57,1%), enquanto 50,2% dos que assumem usá-la frequentemente são mulheres, segmento em que 60,6% afirmam usá-la raramente.
Marketeers europeus aumentam investimento online
2008-09-17
Cerca de 81% dos anunciantes europeus afirmam que aumentaram os seus orçamentos em publicidade online em 2008, revelando ainda que os meios mais atingidos com este investimento foram imprensa, televisão e marketing directo.
Segundo um estudo da European Interactive Advertising Association (EIAA), citado pelo Brand Republic, 38% dos anunciantes acredita que os investimentos online são essenciais, contra 17% em 2006.
«Esta pesquisa demonstra que embora outros meios estejam a sofrer com o abrandamento dos investimentos, o meio online continua a ganhar proporção nos orçamentos publicitários, à medida que as marcas reconhecem o seu impacto, valor e potencial de retorno», revelou o director executivo da EIAA, Alison Fennah.
Ricos passam mais tempo na Internet que a ver TV
2008-09-05
A Ipsos acaba de divulgar os resultados de um estudo realizado no mercado norte-americano relativamente ao consumo de media dos norte-americanos mais ricos.
Constata a pesquisa da Ipsos que a população mais rica passa em média cerca de 27,4 horas na internet e apenas 17,8 horas a ver televisão.
Já quanto ao consumo de imprensa, o estudo refere que os ricos dedicam, em média, 25,5 horas semanais a ler as suas publicações preferidas. À rádio dispensam apenas 10,9 horas por semana.
Ainda neste segmento de alto poder económico, a percentagem de pessoas com assinaturas televisivas ronda os 95%. CNN, Discovery Channel, ESPN, A&E, History Channel e The Weather Channel, são os canais mais vistos.
Já na imprensa, as revistas mais procuradas são a People, National Geographic/Traveler, National Geographic, Pace Airline Media, Newsweek, Sport Ilustrated e Time. Nos jornais, o destaque vai para títulos como Barrons, The Wall Street Journal, USA Today e The New York Times (edição de domingo).
E a palavra mais procurada no Google é...
2008-08-07
O motor de busca Google anunciou o lançamento do Insights for Search, uma nova ferramenta que mostra quais as palavras mais procuradas na rede em cada país e em determinado período de tempo.
Insights for Search, que amplia e melhora o serviço Google Trends, que existe há dois anos, destina-se sobretudo a profissionais de marketing, embora possa ser útil a outros profissionais.
Através do Insights for Search sabe-se, por exemplo, que nos Estados Unidos, a rede social na internet MySpace foi a palavra mais procurada nos últimos 30 dias. Já em Espanha foi YouTube.
Empresas acreditam no mercado digital
2008-08-01
A distribuição multi-plataforma, os vídeos de curta duração, social media e conteúdos gerados pelo utilizador, e a publicidade digital são as quatro principais razões de crescimento de receita do mercado digital apontadas pelas empresas no estudo global Media Content Survey de 2008 da Accenture.
Os dados do estudo demonstram que 66% dos inquiridos afirmou que esta será uma das razões de crescimento do sector. Quando questionados sobre que conteúdo irá gerar maior crescimento, o maior número de inquiridos, 38%, citou as curtas-metragens de vídeo, seguido pela imprensa online (23%) e jogos de vídeo (18%).
Os social media e os conteúdos gerados pelo utilizador representam também uma oportunidade de crescimento (68% identificou a oportunidade), sendo que 56% assume estar envolvido com estes meios. Quando questionados para identificarem aquele que acreditam vir a ser o negócio número um nos próximos cinco anos, 62% seleccionou modelos de negócio alicerçados em publicidade.
Segundo o estudo da Accenture, 52% dos inquiridos afirmou que espera ver a publicidade digital a eclipsar a publicidade tradicional dentro de cinco anos, e 62% acredita que os conteúdos serão suportados por uma grande variedade de veículos de publicidade digital, dentro dos próximos cinco anos.
Eles vão às compras pela net e poupam no combustível
2008-07-21
Cada vez mais americanos trocam o carro pelo teclado para fazer compras. Para muitos encher o depósito é, nos dias de hoje, «um luxo».
Um grande número de comerciantes - incluindo Gap, Victória`s Secret e J.C. Penney - experimentam um crescimento de dois dígitos nas vendas através dos sites oficiais.
Uma estratégia popular para atrair compradores é oferecer transporte grátis, em contraste com a prática de diversos outros sectores da economia, como as companhias aéreas, que acrescentam taxas para compensar uma alta de custos.
«Com a gasolina sendo uma questão tão importante, sabemos que o tráfego para o shopping caiu mais que o tráfego em geral», disse o principal executivo de marketing da J.C. Penney, que assistiu a um aumento de 8,7 % nas vendas pela Internet, no primeiro trimestre do ano.
Os comerciantes andam numa corda-bamba ao encorajar as vendas/compras online. É óbvio que estão felizes por atrair mais compradores aos websites, mas não às custas das vendas nas loja, que são uma métrica importante para os investidores.
Por outro lado, a Internet pode impulsionar as vendas em lojas, seja porque os compradores vão às lojas para trocar um produto comprado online, ou porque precisam de algo que não está disponível no site online.
Número de cibercompradores portugueses cresce 5,5% em 2008
2008-06-05
O mais recente estudo ACEP / Netsonda mostra um crescimento de 5,5% no número de portugueses que fez compras através da Internet face aos mesmos dados recolhidos no ano anterior, com 83,5% dos inquiridos a afirmar já ter adquirido bens ou serviços online.
No "Estudo sobre o Comércio Electrónico em Portugal", realizado no passado mês de Abril, junto de utilizadores de Internet registados na Netsonda, 70% dos inquiridos disse realizar as suas compras electrónicas com intervalos de frequência inferiores a um mês. A maioria dos internautas revelou preferir comprar em sites nacionais.
O facto de não ser necessário sair de casa/ir às lojas (67,7%), a possibilidade de poder comprar a qualquer momento (61,1%) e a facilidade em comparar preços (60,5%) são apontadas como as maiores vantagens do comércio electrónico.
Os resultados do estudo revelam ainda uma "clara tendência" demonstrada pelos inquiridos que ainda não realizaram compras electrónicas para o virem a fazer (cerca de 60%).
A loja online rita-c produtos naturais renova site
2008-05-13
rita c – produtos naturais, empresa cliente da Adclick, que se dedica à comercialização e distribuição de produtos naturais, renova hoje a sua loja online.
Foi criado um novo design, mais apelativo e fácil de navegar, foram inseridos novos conteúdos e foram desenvolvidas acções de optimização para os motores de busca.
Com esta remodelação, a loja online pretende assumir uma posição diferenciadora no mercado on-line de produtos de beleza, expondo os segredos e benefícios do produto natural e disponibilizando um meio agradável e fácil para comprar e distribuir produtos verdadeiramente naturais.
A Adclick conclui uma das fases traçadas no planeamento de acções de web marketing da loja online rita-c. Continuaremos a gerir a presença da rita c na Internet com o objectivo final de uma elevada rentabilidade da loja on-line.
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